segunda-feira, novembro 12, 2007

Assim

Afundei as mãos nos teus cabelos,
e cravei no peito teu nome.
Sobre o chão velho escrevi uma nova história,
desenhei-te, reinventei-te.
És forma e o volume a matéria sobre a razão.


gosto de ti...

2 comentários:

Clara disse...

Não tenho caracoís já...mesmo assim quererás afundar as tuas mãos no meu cabelo???
Gosto muito deste poema!Mesmo muito!
E é simples....é assim...gosto muito de ti!

xico ao quadrado disse...

sim sim sim sim!