O corpo árido amargo dos ponteiros,
amadurece a pele rochosa da saudade.
Aqui os gestos repetem-se,
órfão de pulso, parado – Morto.
Das veias desabitadas de silêncios,
palavras turbulentas soltam gritos.
O tempo escava o peito,
queima o ar arrefece o corpo.
Os relógios sangram mas corpo está intacto:
teu, aqui.
sexta-feira, outubro 19, 2007
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