
Koegler é um gajo estranho. Com um vocabulário próprio, fez das paredes do Museu Berardo uma tela gigante e do chão um ecrã igualmente grande. Formigas, cérebros e ratos ocupam os espaços remetendo para a interpenetração do real e do irreal. A sociedade descobre-se como um labirinto num mundo de signos e de ideogramas gerido pelos media, fazendo com que os espaços se insinuem com uma natureza distinta de outros autores.
Gostei? Não sei. Gosto disso.
Amanhã há mais!






